Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho

 

 

 

 

 

O Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho [CAR], a instalar no Leito Padre Estêvão Cabral, destaca-se pela relevância de âmbito nacional. Trata-se de um projecto âncora com capacidade de gerar sinergias e empenhamento tanto do sector público como do privado, inscrevendo o valor estratégico do desporto na agenda do desenvolvimento local. Recentes investimentos da autarquia, como a beneficiação do Pavilhão Municipal, a construção da Piscina Municipal, ou projectos em curso como o da reabilitação do Leito Padre Estêvão Cabral e a Ciclovia do Mondego, comprovam este facto.

Este projecto é assumidamente um projecto urbano estruturante, para Montemor e para a Região, quer nas escalas de proximidade, dado o impacto na frente ribeirinha do Centro Histórico, quer pela expressão territorial pela forma como marca o centro do vale do Mondego. Do Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho fazem parte o Cento Náutico [CN], ancorado nas margens do vale entre Formoselha e Montemor, a Pista de Atletismo direccionada para o treino do Triatlo, e a Pousada da Juventude, já na área de transição para o Centro Histórico. Este segundo pólo (Pista/Pousada), a jusante, na margem direita, reforça o perfil funcional do Leito Padre Estêvão Cabral associado à prática desportiva e consolida a articulação entre as infra-estruturas de apoio ao desporto de alto rendimento e o espaço urbano da Vila. 

O relacionamento dos equipamentos desportivos, na área urbana e no vale, será sempre apoiado por percursos cicláveis: pela rede urbana na ligação com a Piscina e o Pavilhão Municipais, e pela Ciclovia do Mondego no eixo do CAR ao longo do Leito Padre Estêvão Cabral.

 

programa / dimensionamento

O projecto base para a elaboração do Plano do Centro Náutico data de 1998. Passada quase uma década, os critérios de exigência actuais obrigaram a uma reavaliação profunda, tanto na parte a construir como na já executada. A pista de retorno é a alteração que melhor ilustra esta evolução: este canal, não considerado nas exigências dos organismos internacionais à data do projecto, é hoje um dado incontornável para a classificação da pista nos cenários mais exigentes de provas internacionais. Por outro lado, o uso da pista desde os anos noventa revelou a capacidade para uma utilização transversal a diferentes modalidades olímpicas, tais como: remo, canoagem, natação de águas abertas e o triatlo.

O novo enquadramento funcional do Centro Náutico obrigou a uma reavaliação profunda em conformidade com as exigências actuais e com soluções harmonizadas para um funcionamento mais abrangente. Tratou-se de uma alteração de programa ainda antes da alteração do projecto.

A alteração do programa foi elaborada com base nas seguintes premissas:

- ao nível do dimensionamento os parâmetros aplicáveis são os da realidade nacional no alto rendimento, num quadro de partilha de espaços e recursos pelas diferentes modalidades;

- possibilidade da inscrição do Centro Náutico ao nível dos grandes Eventos Internacionais, no cumprimento das mais exigentes condições aplicáveis.

O projecto prevê portanto dois tipos de funcionamento: Uso Regular e Eventos.

Ao nível do Uso Regular os valores apurados para o dimensionamento, rapidamente se fixaram com o apoio das federações e do IDP, em função do número de atletas, com o apuramento das restantes áreas associado a estes valores. Ainda que pontualmente, em cenário de Eventos, a carga sobre estas estruturas venha a ser superior, o desfasamento próprio do ciclo das provas dilui o impacto para valores aproximados aos definidos.

Já ao nível dos Eventos a ponderação dos cenários é mais complexa, uma vez que o Centro Náutico deve ter a capacidade de receber eventos, desde a escala local até à escala internacional. Sendo certo que os custos associados variam com a escala do evento, na razão aproximada ao orçamento respectivo, optou-se por um cenário apoiado em estruturas não permanentes. Desta forma, flexibiliza-se a adequação caso a caso, com ganhos ao nível do espectáculo e dos custos de manutenção, como facilmente se depreende com o caso da bancada que, não sendo permanente, pode ser montada apenas quando é necessária e com o dimensionamento adequado ao público expectável.

 

plano de água

Nas alterações ao plano de água estão consignadas as relacionadas com o desempenho funcional da pista - o canal de retorno / aquecimento  e o canal de arrefecimento - e a relacionada com a qualidade da pista, mais concretamente com a qualidade da água - o desvio da Vala da Cova e sistema de adução a montante.

A qualidade da água depende directamente do desvio da Vala da Cova. Esta vala cumpre a função de drenagem dos campos agrícolas e desagua directamente na pista, arrastando matéria poluente de forma contínua. Esta situação é incompatível com a utilização segura daquele plano de água, pelo que a sua correcção não só é necessária como também é urgente. Trata-se de uma garantia de qualidade estruturante para o Centro Náutico, para o remo e canoagem mas também, e sobretudo, para a natação de águas abertas. O traçado proposto, com base no estudo conjunto do IDRA e INAG, prevê o desvio da vala em traçado paralelo à pista, com confluência a jusante do açude que controla o nível na pista. A adução a montante conta com a possibilidade de entrada directa a partir do Leito Central do Mondego ou a partir da vala do regadio na bombagem de Formoselha, admitindo-se ainda a possibilidade de um reforço complementar a estes sistemas dependente do estudo hidráulico. Em qualquer dos casos, compatibilizando a intervenção, com as estruturas existentes.

O objectivo do posicionamento do Centro Náutico no quadro dos grandes Eventos passa pela possibilidade do retorno em canal próprio libertando os 129m da pista exclusivamente para o circuito de prova. O canal de retorno, para além do acesso à pista, é normalmente utilizado para o aquecimento e arrefecimento dos atletas em prova, o que obriga a dimensões generosas ao nível do perfil transversal.

No caso de Montemor, a disponibilidade do canal existente a jusante possibilitou desde logo a separação de funções: o alargamento do canal, com a reposição dos limites do Leito Padre Estêvão Cabral (65m) assegura o arrefecimento e liberta o novo canal (55m), para o aquecimento e o acesso à pista. Ao nível da organização geral do plano de água esta solução é claramente mais vantajosa e segura, uma vez que possibilita a circulação sem cruzamentos de barcos em todo o circuito de prova. As três áreas funcionais, entrada / aquecimento, pista / prova e arrefecimento / saída, articuladas com canais de ligação de 30m, ficam organizadas sequencialmente em percurso contínuo com início e fim na actual zona de cais. No perímetro do plano de água uma ciclovia permite o acompanhamento do treino ou dos atletas em prova, que na pista e no canal de aquecimento está a 1m da cota do plano de água.

A localização do novo canal no lado sul prende-se também com a necessidade de compatibilização das infraestruturas hidráulicas de apoio aos campos instaladas a norte. O desenho do canal, com geometria rectilínea e traçado paralelo à pista, mas também a diminuição do perfil transversal por via da organização funcional ao nível do plano de água, minimizam o impacto sobre os campos agrícolas.

O novo canal com o mesmo comprimento da pista permite o acesso directo à partida nos 2000m mas também nos 1000m e nos últimos 500m. Este sistema possibilita um bom funcionamento para as provas de remo mas também para as distâncias mais curtas da canoagem. O canal de arrefecimento com comprimento superior a 400m possibilita ainda o treino e a realização de provas de Triatlo sem interferência funcional com o espaço da pista.

O cais principal mantém-se no mesmo local, na frente da pista. No acesso à água, a estrutura existente, com quatro pontões, será reforçada com um quinto pontão do mesmo tipo a transladar do cais secundário a juzante. O segundo pontão deste cais será também transladado para a margem oposta, ficando o respectivo acesso no lado mais próximo do edifício do Centro Náutico. Mantém-se aqui a entrada dos barcos a motor para o plano de água. O ancoradouro vai para o topo jusante do canal de retorno, a sul do cais principal, com possibilidade de saída directa para este canal ou para a pista.

Uma barreira vegetal em toda a extensão da pista permitirá melhorar as condições de equidade na pista, controlando o impacto do vento dominante (NW) sobre o plano de água. O desenvolvimento do estudo de aerodinâmica permitiu a definição de um sistema composto por dois alinhamentos vegetais: no lado do campo a reposição da alameda de choupos em continuidade com a estrutura ripícola existente, no lado da pista a constituição de uma frente de bambu com homogeneidade e densidade regulares.

 

ilha 

A organização do Centro Náutico é decorrente do modelo funcional e espacial do plano de água. Na ilha, resultante da abertura do novo canal a sul da pista, localizam-se as estruturas de apoio directo às provas e as áreas de público, já que este é o lado privilegiado na relação com o sol.

A primeira linha de contacto com a água é reservada ao serviço técnico, com uma via de circulação com dois sentidos, acesso na ponte a Nascente – na área de partida aos 2000m - e remate a poente com o cul-de-sac associado à rampa de emergência. A circulação no sentido das provas desenvolve-se sempre a 1m da cota do plano de água, enquanto no sentido oposto obriga a vencer o desnível nas duas pontes, sobre os canais da canoagem, nos 1000m e nos últimos 500m. Nestes canais, a instalação de duas plataformas amovíveis resolve o conflito da circulação de nível a 1m do plano de água. Para as provas inferiores a 2000m, as viragens para inversão do sentido ou paragem podem ser realizadas nas plataformas das respectivas partidas.

A via de serviço técnico servirá a filmagem das provas, pelo que a visibilidade sobre a pista tem que ser garantida ao longo de todo o traçado. O abrigo dos alinhadores nos 2000m fica instalado por baixo da ponte, permitindo a circulação sem qualquer obstrução. No lado da via oposto à pista ficam a torre de chegada e as restantes estruturas elevadas nas distâncias intermédias. Estas últimas são compostas por estruturas permanentes em betão armado e abrigos não permanentes, reposicionáveis, para flexibilizar os diferentes tipos de funcionamento; a instalação do abrigo pode ser feita sobre uma plataforma elevada a 3m da via, para os tempos intermédios, ou a 1m do plano água, para os alinhadores, no caso das provas de canoagem. Em qualquer dos cenários, sempre com articulação directa à calha técnica para disponibilidade de todas as redes – água, electricidade, dados...

As circulações pedestres / cicláveis -serviço técnico e público- funcionam com acesso a poente, dividindo-se na ilha em dois circuitos paralelos. A torre de chegada divide as áreas de acesso restrito e público, apoiadas em ambos os lados pelas circulações respectivas.

A plataforma de cerimónias será também reposicionada já que na actual localização colide com o acesso à pista de retorno. A deslocação desta plataforma para a frente da zona de público justifica-se também por razões que se prendem com a qualidade do espectáculo, corrigindo desta forma a dissociação entre o público e a entrega dos prémios. Esta alteração obriga ainda à instalação de uma nova plataforma para os barcos de apoio a jusante, depois da torre de chegada, já que o uso conjunto da plataforma de cerimónias no novo quadro não é possível. A rampa de emergência ficará imediatamente a seguir com acesso directo à via de ligação ao exterior.

Na partida aos 2000m o acesso à plataforma de partida também será reformulado por força do novo acesso ao canal de retorno, mas também para garantir um melhor relacionamento com a torre de partida no topo nascente da pista. Assim, mantém-se a estrutura existente com os fingers ajustáveis ao tamanho das embarcações, alterando o acesso para junto da torre. No actual ponto de acesso a plataforma será reformulada para optimizar a circulação na articulação com o canal de retorno.

 

implantação do edifício

A implantação do edifício é decorrente da localização do cais e do acesso exterior. A circulação dos barcos desde o parqueamento dos atrelados até ao depósito no hangar, e desde este até ao acesso à água é directa, em percurso sequencial e rectilíneo. Este circuito organiza-se em cinco momentos: parqueamento de atrelados; primeira fase de montagem; hangar; segunda fase de montagem e afinação; rampa de acesso ao cais. O dimensionamento de cada uma das respectivas áreas é decorrente da dimensão do maior barco – shell 8. Assim, no perfil transversal temos o hangar com 24m e a modulação das áreas no exterior aproximadamente com 30m contando já com os canais de circulação e protecção. Na rampa de acesso ao cais, para facilitar as mudanças de direcção no acesso aos pontões, temos um valor próximo dos 35m.

Os cerca de 100m de frente ocupados pelos hangares e restantes áreas funcionais servidos pelo acesso ao Centro Náutico a poente e pelo cais principal a nascente fecham os limites desta área, dimensionada para poder receber qualquer tipo de Eventos.

 

acessibilidades

As acessibilidades dividem-se em acessos e entradas. Nos acessos temos a via de ligação entre as pontes das Lavandeiras e Formoselha, a jusante e a montante respectivamente, pelo lado Norte da pista. Neste grupo incluem-se ainda as intervenções necessárias para a compatibilização / reorganização do sistema de circulação agrícola. O traçado da via privilegia o relacionamento directo das áreas urbanas envolventes – Montemor / Formoselha / Carapinheira – com o Centro Náutico. Clarifica os tipos de percurso, agrícola e não – agrícola. O desnivelamento do cruzamento da ponte da Formoselha orienta o atravessamento dos campos na direcção perpendicular à da estrada do campo, libertando-a para uso exclusivo do trânsito agrícola, contribuindo desta forma para inverter a actual situação de potencial conflituosidade.

As entradas, montante e jusante, estabelecem as respectivas ligações ente os acessos e o Centro Náutico. O nó jusante na articulação da via a norte com a ligação a Alfarelos é também o principal acesso ao Centro Náutico. Esta entrada corresponde ao percurso entre o nó e a praça triangular rematada pelo edifício. A via tem um perfil com capacidade para aproximadamente 500 lugares de estacionamento e a praça triangular tem uma área reservada ao estacionamento de autocarros imediatamente na frente das áreas funcionais na dependência dos hangares. O lado da entrada de público é marcado com uma torre em estrutura metálica cuja altura permitirá o destaque do centro Náutico no Vale do Mondego.

 

edifício

O edifício é formado por uma única nave de grandes dimensões, modulada com base no módulo dos hangares, 24x6m, que ocupa toda a frente disponível entre a vala que limita os campos a sul e o canal de acesso ao arrefecimento a norte. É encerrado com um portão de correr contínuo, que garante simultaneamente o acesso ao edifício e ao Centro Náutico. Funciona como porta do Centro Náutico, possibilitando o acesso directo a partir de cada um dos hangares ou a partir das áreas colectivas.

A opção pela organização em um único piso resulta em quatro vantagens significativas: redução do impacto da estrutura no edifício possibilitando maior liberdade ao nível da solução arquitectónica e menor carga sobre o solo de fraca qualidade para a construção; possibilidade de iluminação natural em qualquer parte do edifício, dada a disponibilidade da cobertura; democratização ao nível da acessibilidade a qualquer parte do edifício; possibilidade de ampliação com estruturas temporárias, associada a qualquer das valências do programa permanente.

Os hangares ocupam o espaço central, dividindo o espaço interior em três. No topo Norte fica o restaurante e no topo sul, as áreas de apoio aos atletas e as áreas administrativas, mas também a entrada de público em cenário de Eventos, já que é este o lado de maior proximidade com as áreas de público junto à pista.

A área do restaurante é a única parte do edifício que não possibilita o acesso directo ao Centro Náutico. Um desnível com cerca de 1m limita a varanda que remata o percurso, condiciona de forma deliberada a possibilidade de atravessamento, valorizando a estada e a panorâmica sobre a pista a nascente e os campos a norte. Este sistema privilegia um cenário de gestão autónomo considerado como a melhor opção para o funcionamento deste equipamento. Ao nível da solução arquitectónica optou-se pela definição dos limites exteriores libertando as possibilidades de organização no interior para a melhor resposta ao nível das propostas de concessão.

Na parte sul, as áreas de apoio aos atletas e as áreas administrativas, organizam-se em núcleos apoiados por circulações nos sentidos longitudinal e transversal. Esta rede de circulação possibilita diferentes formas de gestão dos acessos, orientando o sentido de circulação em função dos cenários de utilização.

A entrada, espaço generoso dimensionado para os grandes Eventos, tem num dos lados a área administrativa constituída por cinco gabinetes, e no outro as restantes áreas funcionais, organizadas sequencialmente da seguinte forma: sala polivalente (com as instalações sanitárias na parte nascente); ginásio; espaço de massagens/gabinete médico; e balneários, no topo mais próximo da pista. Em cenário de Eventos o circuito público é apenas de atravessamento.

A sala polivalente é um espaço aberto que pode ser facilmente subdividido em espaços de menores dimensões, com acessos tanto do lado da entrada como do lado do ginásio, servindo qualquer dos grupos de utilizadores, atletas ou público, em função do cenário de funcionamento. A lógica de funcionamento para as instalações sanitárias é similar. Pode ser de uso restrito ou público consoante a dimensão dos Eventos; para a pequena dimensão podem servir o público, para a maior dimensão devem ficar reservadas ao uso interno.

No espaço do ginásio privilegia-se o relacionamento interior / exterior, valorizando a direcção transversal por via da substituição das paredes nascente e poente por planos de vidro em painéis de correr. Este espaço também pode receber outros usos em cenário de grandes Eventos, contando com o acesso à sala polivalente e o relacionamento directo com as circulações nas frentes Nascente e Poente.

No lado do ginásio oposto à sala polivalente localiza-se o gabinete médico e as massagens. O primeiro tem acesso independente, sobre a pista, e o segundo tem acesso a partir do ginásio, dado o respectivo inter-relacionamento funcional. Este espaço está ainda preparado para servir o controle de doping.

Os balneários e outras instalações associadas (sauna, turco ou jacuzzi) organizam-se em três núcleos, possibilitando modelos de utilização global ou parcial, com base no valor de dimensionamento para uma utilização regular; 90 atletas, divididos por género em 60/30. Os dois núcleos, no topo norte, têm possibilidade de funcionamento conjunto com partilha da sauna , turco e jacuzzi. Ainda assim, a solução arquitectónica salvaguarda a utilização não dependente do género, para uma resposta mais adequada ao tipo de prova, mas também a possibilidade de expansão dos vestiários para cargas pontuais superiores às descritas – situação mais provável na natação e no triatlo do que no remo e canoagem, atendendo ao ciclo próprio das respectivas provas. O acesso aos balneários é feito a partir dos percursos transversais. Os acessos a poente servem exclusivamente para a possibilidade de expansão, ocupando o espaço do corredor ou ainda, com recurso a estruturas temporárias, o espaço exterior.

A área técnica, para a instalação da sauna, turco, e jacuzzi, permite a instalação destes equipamentos de forma independente da estrutura dos balneários, sem prejuízo da articulação necessária para o acesso directo ao espaço associado aos duches.

No interior da grande nave em estrutura de metálica leve, modelada pelos hangares dos barcos, estão implantadas as demais áreas funcionais descritas. Organizam-se em núcleos autónomos com base na tecnologia do betão armado, em paredes autoportantes, com as lajes de tecto em sistemas distintos e em conformidade com o desempenho dos respectivos espaços.

 

 

 

 

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