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Designação:
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Igreja Nova (extinta)
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Tipologia:
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Arq. Religiosa
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Localização:
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Coimbra, Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho
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Autoria:
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Desconhecido
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Classificação:
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Época:
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Ano:
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17 (?)
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Utilização Inicial:
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Utilização Actual:
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Cultual e devocional
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Inexistente
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Descrição:
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Desconhece-se o seu tipo de construção e as suas características artísticas. Na década de 40 do nosso século, possuía ainda a frontaria, apenas com o portal, da Renascença (1ª metade do século XVII), composto por um arco sobre pilastras, enquadrado por duas colunas dóricas e caneladas, entablamento com friso almofadado, remate e nicho e colunelos coríntios.
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Nota Histórica:
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Situava-se junto à porta poente do castelo, designada Nossa Senhora do Rosário. Apesar de se ignorar a data da sua construção, há autores que afirmam que o fundamento da sua edificação advém de uma contenda entre o pároco de S. Martinho e a Colegiada de Santa Maria de Alcaçova. No entanto nunca chegou a ser utilizada como sede de freguesia.
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Observações:
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Descrição Pormenorizada:
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Para além do portal, existia apenas uma porta lateral (semelhante à principal, mas de dimensões mais reduzidas). Segundo C. Góis, as paredes da demolição foram levadas para o Convento dos Anjos.
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Nota Histórica Pormenorizada:
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A padroeira era Nossa Senhora da Encarnação e funcionava como sede da Irmandade dos Clérigos. Em 1906, mantinham-se em pé as paredes e um pórtico da Renascença final. Em 1941, nas obras efectuadas no castelo pela DGEMN, os restos desta igreja foram demolidos.
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Bibliografia:
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CORREIA, Vergilio - "Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Coimbra", Lisboa, 1952, p. 138; CONCEIÇÃO, Augusto dos Santos - "Terras de Montemor-o-Velho", Coimbra, 1992, p. 193-194; GÓIS, A. Correia-"Concelho de Montemor-o-Velho. A terra e a gente", Montemor-o-Velho, 1995, p. 176-177; "Illustração Portugueza", vol. I, Lisboa, 1906, p. 103.
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