O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, José Veríssimo, recebeu, no dia 2 de fevereiro, nos Paços do Concelho, o comandante da Brigada de Intervenção Terrestre (BrigInt), brigadeiro-general Pedro Miguel do Vale Cruz.

O encontro contou igualmente com a presença do vereador Vasco Martins, de elementos do gabinete de apoio à presidência e da Proteção Civil Municipal, tendo como objetivo fazer o ponto de situação da evolução do risco de cheias no território e continuar a avaliar os seus impactos.

Durante a reunião, o comandante da Brigada de Intervenção Terrestre manifestou total disponibilidade das Forças Armadas para prestar apoio ao Município sempre que se revele necessário, reforçando a articulação institucional e a capacidade de resposta em contexto de risco.

O Município de Montemor-o-Velho mantém o acompanhamento permanente da situação, em estreita articulação com as entidades competentes, priorizando a prevenção, a segurança das populações e a proteção de pessoas e bens.

 

 
As previsões do IPMA indicam períodos de chuva ou aguaceiros por vezes forte a partir desta madrugada, estando o distrito de Coimbra em aviso amarelo a partir das 00h de dia 2 de fevereiro. O vento também se fará sentir esta noite com intensidade (estando aviso laranja e amarelo para o nosso distrito). Estas previsões de chuva irão manter-se durante a semana, o que agrava o risco elevado de cheia e inundações em zonas historicamente mais vulneráveis, como é o caso do Vale do Mondego e das margens do rio.
 
Neste sentido, o Município apela à máxima prudência por parte de todos.
Recordamos que é importante adotar medidas de autoproteção e de prevenção:
  • Evite circular junto de zonas ribeirinhas historicamente vulneráveis a inundações rápidas. Não atravesse zonas inundadas, prevenindo o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.
  • Se circular na estrada, conduza com precaução acrescida, adote uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a formação de lençóis de água nas vias, sobretudo no período noturno.
  • Respeite toda a sinalização e indicações das autoridades.
  • Comunique de imediato às autoridades locais qualquer situação de perigo.
  • Em casa, mantenha os sistemas de escoamento de águas desobstruídos, evite deixar peças soltas em varandas e terraços e adote uma atitude pró-ativa e defensiva.
  • Se vive em zonas historicamente vulneráveis a cheias, salvaguarde veículos, bens, animais e alfaias agrícolas, retirando-os de zonas mais baixas.
 
 
A segurança de todos depende do comportamento responsável de cada cidadão.
 
Mantenha-se informado e adote uma atitude preventiva.
 
 
 
 
Avisos:
 
Precipitação:
Aviso amarelo: 02 Fev 00:00 - 02 Fev 06:00
 
Vento:
Aviso amarelo: 01 Fev 21:00 - 02 Fev 00:00 e 02 Fev 03:00 - 02 Fev 06:00
Aviso laranja: 02 Fev 00:00 - 02 Fev 03:00
 
Agitação marítima:
Aviso amarelo: 02 Fev 03:00 - 02 Fev 15:00 e 04 Fev 06:00 - 04 Fev 07:00
Aviso laranja: 02 Fev 15:00 - 04 Fev 06:00
 
Neve:
Aviso amarelo: 02 Fev 12:00 - 03 Fev 18:00

Perante o risco acrescido de cheias no Baixo Mondego, as autoridades de Proteção Civil reforçam a mensagem de prevenção, preparação e serenidade, sublinhando que estão mobilizados todos os meios necessários para garantir a segurança das populações.

 
Após uma reunião em Montemor-o-Velho, que juntou à mesma mesa os Presidentes das Câmaras Municipais de Montemor-o-Velho, Soure e Coimbra, o Comandante Sub-Regional da Proteção Civil, os Presidentes de Junta do concelho, as forças da proteção civil, segurança social, saúde e as associações de agricultores da região, e onde José Veríssimo destacou a necessidade de união, serenidade, resiliência e prevenção para nos prepararmos para um cenário de cheia, teve lugar uma conferência de imprensa, no Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, onde foi reforçada a articulação entre todas as entidades e a necessidade de prevenção e preparação.
 
Atualmente, estão a ser descarregados cerca de 1.600 a 1.700 m³ de água por segundo no açude-ponte, numa gestão controlada dos caudais, com o objetivo de baixar o mais possível a barragem da Aguieira e criar capacidade de encaixe para os picos de precipitação previstos para os próximos dias. Já se verifica, por isso, uma subida das águas nos campos do Mondego, prevista e articulada, e, com as previsões meteorológicas para a próxima semana, as zonas historicamente mais vulneráveis devem preparar-se para a subida das águas.
 
No plano operacional, foi anunciado o reforço significativo de meios, incluindo a mobilização de 24 fuzileiros da Marinha Portuguesa, com seis embarcações distribuídas por Coimbra, Montemor-o-Velho e Soure, bem como a disponibilidade de meios adicionais das regiões de Aveiro, Viseu e Coimbra, num total de 17 embarcações, entre barcos e motos de água.
 
A Proteção Civil alertou ainda para o agravamento das condições meteorológicas, com precipitação intensa para a próxima semana que, juntamente com os solos saturados, coloca a Bacia do Mondego em vigilância máxima, com especial atenção aos municípios do Baixo Mondego.
 
Agora é hora de prevenir.
Apela-se à população para que adote comportamentos preventivos, evite circular em zonas inundáveis, não atravesse áreas alagadas, proteja bens, equipamentos e animais e cumpra rigorosamente todas as indicações da Proteção Civil e das autoridades.
Em caso de recomendação de evacuação, esta deverá ser feita de forma calma e responsável.

 

A Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) disponibilizou uma plataforma para a declaração de prejuízos agrícolas causados pelas tempestades recentes que afetaram a região Centro.
 
Os agricultores cujas explorações tenham sido afetadas devem proceder à declaração dos prejuízos, com vista à eventual abertura de um aviso para o restabelecimento do potencial produtivo, no âmbito do PEPAC. Esclarece-se que não se trata de uma candidatura, mas sim de uma declaração de prejuízos, necessária para a avaliação dos danos e para a eventual ativação de medidas de apoio.
 
A declaração de prejuízos deve ser efetuada através da plataforma disponibilizada pela CCDR Centro em https://pdp25.ccdrc.pt/pdp_nologin.php
 
 

 

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu, esta noite (30 de janeiro de 2026), um esclarecimento a informar que não se encontra em curso, neste momento, qualquer fenómeno de instabilidade ou insegurança estrutural no dique do Rio Mondego.
 
Esta conclusão resulta da inspeção técnica realizada esta sexta-feira, dia 30 de janeiro, pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), na sequência do aparecimento de ressurgências nas juntas de construção do talude exterior do dique, na zona sob o tabuleiro da Autoestrada A1, ocorrido no dia 29 de janeiro.
 
Como medida preventiva, e atendendo à possibilidade de subida do nível da água do rio, o LNEC recomendou a instalação de sistemas de filtragem das ressurgências, recorrendo a sacos de areia, a colocar nas juntas onde se verifica a saída de água.
As entidades competentes continuam a acompanhar permanentemente a situação.
 
Apela-se à tranquilidade da população, ao cumprimento das orientações da Proteção Civil e ao acompanhamento da informação através dos canais oficiais.
 
 
 

 

Perante o aumento dos caudais do rio Mondego e o risco elevado de cheias no concelho, e na sequência da passagem da depressão Kristin, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, José Veríssimo, ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, pelas 20h00 desta quinta-feira, dia 29 de janeiro.
 
“Ainda não foi possível recuperar totalmente dos efeitos da depressão que atingiu o concelho na madrugada de ontem, dia 28 de janeiro, e já nos encontramos novamente em alerta devido ao risco elevado de cheias. Apesar de estarmos, em articulação com as autoridades competentes, a monitorizar de forma contínua o território, em particular o Vale do Mondego, o aumento constante dos caudais, as previsões de precipitação e a saturação dos solos justificam a ativação do Plano”, referiu o presidente da Câmara.
 
A ativação do Plano visa assegurar a mobilização rápida e eficaz de meios e recursos, reforçar a coordenação entre as entidades envolvidas e garantir uma resposta pronta e articulada a eventuais ocorrências no concelho.
A decisão foi tomada na sequência de uma reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil.
 
 
Durante a reunião foi igualmente feito um ponto de situação dos trabalhos de mitigação dos efeitos da passagem da depressão Kristin pelo concelho.
A maioria das 90 ocorrências registadas até ao final do dia de hoje, maioritariamente relacionadas com quedas de árvores, árvores sobre linhas elétricas, veículos retidos em vias alagadas e cortes de estradas, encontra-se em resolução.
A maioria do concelho já se encontra com o fornecimento de energia elétrica restabelecido. No entanto, persistem constrangimentos pontuais, em particular nas freguesias de Tentúgal, Meãs, Carapinheira, Seixo e Arazede.
Registam-se ainda diversos cortes de estradas no concelho, sobretudo em zonas historicamente suscetíveis a cheias e inundações, devidamente sinalizados.
Os serviços municipais e as forças de Proteção Civil continuam no terreno, assegurando uma resposta pronta, coordenada e permanente.
O Município apela à prudência da população, em particular na circulação em zonas mais expostas e vulneráveis à ocorrência de cheias e inundações, recomendando o cumprimento das indicações das autoridades.
A informação será atualizada sempre que se justifique.

Por uma questão de segurança, o nível das águas no Vale do Mondego vai continuar a subir, em resultado da gestão dos caudais, estando já a ocorrer alagamentos dos campos e de zonas tradicionalmente inundáveis no nosso concelho.

Esta subida do nível da água é uma situação monitorizada e controlada, que pretende garantir a segurança das populações, estando a ser permanentemente acompanhada pelas entidades competentes, em articulação com a Proteção Civil.

O Município apela à adoção de comportamentos preventivos e de autoproteção e ao cumprimento rigoroso das orientações das autoridades.

 

Recomendações:

  • Acompanhe as previsões meteorológicas e os avisos da Proteção Civil.

  • Siga sempre as indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.

  • Evite circular em zonas inundáveis, ribeiras, linhas de água e zonas baixas.

  • Antes de sair, verifique o mapa das vias condicionadas e planeie o seu trajeto.

  • Não atravesse zonas alagadas, a pé ou de viatura.

  • Retire veículos, animais e bens das zonas habitualmente inundáveis.

 

Contactos de emergência
Em caso de emergência, contacte o 112 ou a Central de Comunicações do Serviço Municipal de Proteção Civil, disponível 24 horas por dia, através do número 239 680 766.

 

A sua segurança começa na prevenção. Proteja-se.

 

O Município de Montemor-o-Velho informa que as escolas públicas do concelho reabrem amanhã, dia 29 de janeiro, em todos os níveis de ensino.
 
Esta decisão resulta de uma articulação entre a Câmara Municipal e o Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, tendo em consideração o restabelecimento progressivo do fornecimento de energia elétrica no concelho, atualmente em curso pela E-Redes, e a previsão de reposição em grande parte do território.
 
Mais se informa que mesmo nas localidades onde a energia elétrica não esteja ainda reposta, as aulas vão decorrer normalmente, bem como as refeições.
 
O Município agradece a compreensão dos pais e encarregados de educação, na sequência dos constrangimentos provocados pela passagem da depressão Kristin, que hoje impediu a normal abertura das escolas devido à falha generalizada de energia elétrica.

Na sequência da passagem da depressão Kristin pelo concelho de Montemor-o-Velho, durante a madrugada de hoje, dia 28 de janeiro de 2026, o Município registou cerca de 70 ocorrências, maioritariamente relacionadas com quedas de árvores e postes de eletricidade, colapso de estruturas ligeiras, obstrução de vias e quedas de coberturas e telhas.

A intempérie provocou uma interrupção generalizada do fornecimento de energia elétrica em todo o concelho. A E-Redes, entidade responsável pela reposição do serviço, encontra-se no terreno a desenvolver todos os esforços para a normalização da situação, estando já algumas zonas com fornecimento restabelecido. No entanto, parte do concelho continua sem eletricidade, em particular as freguesias deArazede, Liceia, Pereira, Santo Varão, Seixo, Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca. Temos informação que ainda durante a noite de hoje algumas destas localidades já possam ter energia elétrica.

No que respeita aos cuidados de saúde, o Município procedeu à instalação de geradores nos centros de saúde de Montemor-o-Velho, Pereira e Arazede, de forma a salvaguardar a preservação das vacinas e o funcionamento dos serviços. O atendimento nos restantes equipamentos de saúde está a ser progressivamente retomado à medida que o fornecimento de energia elétrica é restabelecido.

Os serviços municipais da ação social encontram-se igualmente no terreno a avaliar situações de vulnerabilidade social que possam ter sido agravadas pelas condições meteorológicas adversas registadas durante a madrugada.

Relativamente aos equipamentos municipais, registam-se danos em particular no Centro Náutico de Montemor-o-Velho, que permanecerá encerrado ao público durante o dia de amanhã, na Biblioteca Municipal, que abrirá com acesso condicionado, e no Museu Municipal, que estará encerrado amanhã, quinta-feira, dia 29 de janeiro.

Quanto aos estabelecimentos de ensino, que estiveram encerrados devido à falta de eletricidade durante esta quarta-feira, a abertura das escolas no dia de amanhã será avaliada ao final da tarde de hoje, em articulação com todas as entidades envolvidas, sendo a decisão comunicada oportunamente.

Ao nível das vias de comunicação, a maioria dos constrangimentos provocados pela queda de árvores e postes já se encontra resolvida, após uma intervenção contínua dos serviços municipais e das forças de segurança ao longo do dia. Mantêm-se, contudo, cortes pontuais por alagamento, sobretudo em zonas historicamente suscetíveis a cheias e inundações, situações que estão a ser identificadas e comunicadas à população através do mapa das vias condicionadas.

Devido à subida dos caudais, também o acesso ao Parque Ribeirinho de Montemor-o-Velho se encontra interditado, por razões de segurança.

 

O Município de Montemor-o-Velho destaca e sublinha que a articulação e resposta do dispositivo de Proteção Civil e dos serviços municipais foi pronta, coordenada e eficaz, permitindo responder às ocorrências registadas e minimizar os impactos da intempérie.

A situação continua a ser acompanhada de forma permanente, sendo prestadas atualizações sempre que necessário.

 

Com o aproximar do período crítico associado à passagem da depressão Kristin, que sucede à depressão Joseph, e perante a previsão de novo agravamento significativo do estado do tempo na próxima madrugada - 28 de janeiro de 2026, com condições extremas de vento e precipitação intensa, o Município de Montemor-o-Velho apela a todos os munícipes para que adotem comportamentos preventivos e de autoproteção.
 
Recorda-se que o distrito de Coimbra estará sob AVISO VERMELHO para vento, entre as 03h00 e as 06h00 de dia 28 de janeiro, com rajadas que podem atingir valores da ordem dos 140 km/h.
 
Mantém-se um risco acrescido de cheias e inundações, bem como de alagamento de vias rodoviárias, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis.
 
Apela-se, por isso, à máxima prudência e responsabilidade individual.
 
Recomendações à população:
  • Evitar circular e permanecer no exterior, sobretudo em zonas ribeirinhas historicamente vulneráveis a cheias, áreas arborizadas ou junto de estruturas instáveis;
  • Permanecer em casa, sempre que possível, e recolher ou fixar estruturas móveis existentes no exterior, como cadeiras, vasos, andaimes ou outros objetos suscetíveis de serem projetados pelo vento;
  • Caso seja indispensável sair de casa, adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, a pé ou de viatura, prevenindo o arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Respeitar toda a sinalização e seguir rigorosamente as indicações das autoridades;
  • Os proprietários de gado com pastoreio em zonas de leito de cheia devem adotar medidas adequadas de salvaguarda dos animais, retirando-os de zonas suscetíveis a inundação;
  • Retirar equipamentos agrícolas, industriais, viaturas e outros bens de zonas historicamente vulneráveis a cheias, colocando-os em locais seguros;
  • Comunicar de imediato às autoridades locais qualquer situação de perigo.
O Município está a acompanhar atentamente a evolução da situação, encontrando-se o Serviço Municipal de Proteção Civil de prevenção, pronto a intervir sempre que necessário.
 
Em caso de emergência ligue 112.
 
A segurança de todos depende do comportamento responsável de cada cidadão.
Mantenha-se informado e adote uma atitude preventiva.

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