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No dia 27 de janeiro, o I Festival das Sopas tomou conta da Associação Cultural e Recreativa Alegria do Zambujeiro, no Zambujeiro, na freguesia de Arazede.
A iniciativa, “organizada com o objetivo de angariar verbas para os Festejos em Honra de S. Tomé”, procurou, igualmente, “ser um momento de confraternização e de divulgação do património gastronómico da freguesia”, explicou Abel Carapeto, da comissão de festas para 2018.
A adesão surpreendeu a comissão composta por Abel Carapeto, António Trindade, Paulo Labela, Henrique Fernandes, Francisco Côca que, ao longo da noite, com a ajuda das esposas e de amigos, serviram os cerca de 200 convivas que encheram a Alegria do Zambujeiro.
Presente na iniciativa, Diana Andrade, chefe do Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, fez questão de elogiar “a juventude da comissão de festas e a ideia de organizar um evento que juntasse as várias gerações. É sempre muito gratificante constatar a capacidade de iniciativa que existe no nosso concelho”.
A animação ficou a cargo do grupo Musical Tema e a organização colocou à disposição 11 sopas – à lavrador, da pedra, de alho francês, de peixe (2), de legumes, caldo verde, creme de ervilhas com frango do campo e erva azeitoneira, de nabos, de grão e de marisco - cuja preparação ficou a seu cargo, bem como foram também oferecidas por restaurantes e quintas de eventos da freguesia de Arazede e de freguesias vizinhas.
No dia 27 de janeiro, mais de uma centena de sócios, amigos e entidades passaram, ao longo do dia, pela Associação Recreativa da Cabeça Alta – ARCA, na freguesia do Seixo de Gatões, para participar nos diversos momentos da reconstituição da matança do porco à moda antiga.
O presidente da Câmara Municipal, Emílio Torrão, acompanhado de Diana Andrade, chefe do Gabinete do Presidente da Câmara, esteve à conversa com presidente da direção da ARCA e, ao presenciar o início da preparação do jantar, aproveitou o momento para elogiar “o dinamismo e o trabalho da associação”.
Para o dirigente da ARCA, Silvino Madaleno, “este é sempre um dia de convívio em que pretendemos honrar a nossa memória e mostrar a quem nos visita como era a vida nas nossas aldeias antigamente”.
O dia começou bem cedo com o “café da panela com beiloses”, com as “águas de aquecimento intensivo “, com o “bacalhau assado de pé” e com as “febras e miudezas”, seguindo-se o almoço, os “aguaceiros”, o “cozido da matança” e os “caldos”, terminando com o “arroz de pica no chão”.
Dando continuidade à tradição, a organização voltou a disponibilizar o serviço de carro-de-mão ao domicílio, em que, de forma gratuita, são confortavelmente transportados até suas casas os convivas que apresentem sintomas adversos provocados pelas “águas de aquecimento intensivo”.