Itens filtrados por data: terça, 02 julho 2019
terça, 02 julho 2019 16:21

Férias de Verão

24 a 28 de junho | pré-escolar
2 a 5 de julho | 1º ciclo
Publicado em Agenda Cultural

No dia 20 de julho, a partir das 17h30, o Convento de Nossa Senhora dos Anjos, em Montemor-o-Velho, vai ser o palco principal da reconstituição de uma Ceia Quatrocentista. Os participantes vão ser desafiados a viajar até circa 1450 e desfrutar de um surpreendente banquete na companhia da mui nobre senhora D. Isabel de Urgel, Duquesa de Coimbra, Senhora de Montemor-o-Velho e viúva do Infante D. Pedro, da sua mui casta filha Infanta D. Catarina.
A Ceia Quatrocentista inicia-se com o chamamento dos convivas, às 17h30, seguindo-se a indumentária dos convivas per ofícios de boca, visita à casa conventual e igreja, cavalgada pelos arrabaldes, não faltando, durante o mui apetitoso repasto, a aparição de personagens de insigne origem, de dúbia proveniência e de feição jocosa, assim como haverá mui aparatoso folguedo per o deslumbramento de todollos.
A iniciativa “Ceia Quatrocentista – Uma noite com D. Isabel de Urgel | Circa 1450” é uma organização do município de Montemor-o-Velho e conta com várias parcerias.


A Ceia Quatrocentista – Uma noite com D. Isabel de Urgel | Circa 1450

Programa:
17h30 | Chamamento dos convivas
18h00 | Indumentária dos convivas per ofícios de boca
18h30 | Visita à casa conventual e igreja
19h30 | Cavalgada pelos arrabaldes
20h30 | Banquete com a mui nobre senhora D. Isabel de Urgel, Duquesa de Coimbra, Senhora de Montemor-o-Velho e viúva do Infante D. Pedro, com sua mui casta filha Infanta D. Catarina
21h00 | Personagens de insigne origem, de dúbia proveniência e de feição jocosa deambularão por entre os convivas
22h30 | Mui aparatoso folguedo per o deslumbramento de todollos

Ementa:
Para começar | Vinho vermelho, vinho branco, auga da cisterna, taboinhas com queijos frescos e secos, enchidos, morcelas, porcus presunctus, empadas atochadas de pescado, empadas atochadas de leguminas, picadinho de vaqua, galinha mourisca, assado de javali, outras viandas, pam meado e pam alvo
Serviço de cozinha | Potage de leguminas, porco assado em espeto, puré de maçã e castanha
Manjares doces | Perada, tigelada, ovos de fio, púcaros de natas com frutos secos, bacios de fruta verde e bocadinhos de queijo fresquo


Preçário e informações para reservas:
Preçário | + 12 anos_25€; 6 aos 12 anos_12,5 €; - 6 anos_grátis
Informações e reservas | 912 476 004 ou 239 687 040; Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 
Organização:

Município de Montemor-o-Velho

Parcerias:
Casa do Povo de Abrunheira
Centro Beira Mondego Santo Varão
Centro Cultural Recreativo e Desportivo do Moinho da Mata
Centro Equestre do Concelho de Montemor-o-Velho
Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho
Clube Moto Meãs
Clube União Musical Recreativo Gatoense
Filarmónica de Instrução e Recreio de Abrunheira
Grupo Cénico e Amador da Portela
Grupo Folclórico da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Meãs do Campo
O Celeiro Grupo de Teatro da Vila de Pereira

Apoio: Paróquia de Montemor-o-Velho

 
Informações complementares:
 
[MONTEMOR-O-VELHO NO SÉCULO XV]
Nas palavras da insigne historiadora Maria Helena da Cruz Coelho, com o Infante D. Pedro, Duque de Coimbra e filho de D. João I, se identificou Montemor, até à sua morte, dele colhendo os maiores benefícios, ainda que tivesse igualmente de lhe pagar tributos e prestar serviços. (…) Promoveu o embelezamento artístico das igrejas da vila de montemor. Drenou pauis e regularizou os cursos de águas, com obras de valas, para que as terras amadurecessem em frutos. (…) Nem menos deixou o infante de incentivar a dinâmica comercial deste espaço, já que, a seu rogo, D. João I e o herdeiro do trono D. Duarte, por carta saída de Santarém, a 19 de fevereiro de 1426, concederam que se realizasse uma feira anual em Montemor. Começava a mesma a 1 de setembro e durava 15 dias, sendo privilegiada com o pagamento de apenas meia sisa. (…) Se os homens de Montemor terão beneficiado em vida com a presença muito próxima deste senhor, depois regente do reino, alguns deles também a seu lado estiveram na batalha de Alfarrobeira. (…) Nem todos os que o seguiram terão, porém, conhecido a morte. Mas os que conseguiram sobreviver conheceram de igual modo a dor e a desgraça (…). D. Afonso V não retirou o senhorio da terra de Montemor à viúva do infante D. Pedro, D. Isabel de Urgel. D. Isabel de Urgel era tia e sogra de D. Afonso V, e por essa via, Montemor-o-Velho manteve o seu estatuto privilegiado no Reino de Portugal.
 
[CONVENTO DE NOSSA SENHORA DOS ANJOS]
Esta casa conventual teve a sua origem numa pequena ermida pertencente a Diogo da Azambuja. Em 1494, o Papa Alexandre VI passou o breve da fundação do Convento dos frades eremitas de Santo Agostinho, sendo o seu principal impulsionador Diogo da Azambuja. As obras foram lentas, sendo a igreja a primeira a ser construída. No século XX foi classificado como Monumento Nacional e intervencionado. Planta composta pela igreja, sacristia, cozinha, refeitório, claustro, sala do capítulo, celas, portaria, outras dependências, bem como o túmulo do seu fundador, Diogo de Azambuja, situado no altar-mor da igreja, tesouro da arte tumular portuguesa.
 
 
[AS PERSONAGENS DA NOITE]
 
[D. Isabel de Urgel]
Nascida em Aragão, sabemos dela ser forte, determinada e esclarecida. Sendo mãe da sua mulher que sobre todos amo(ava) e preço(ava), D. Afonso V, numa carta datada de 1450 e dirigida ao alcaide-menor de Montemor, Martim Correia, comunica-lhe que a Infanta D. Isabel de Urgel, estava autorizada a morar nos paços do castelo. Em 1452, o rei determinava que a sua sogra tivesse nas Vilas de Montemor-o-Velho e Tentúgal, a mesma jurisdição de que dispunham os infantes nas suas terras. D. Isabel de Urgel era detentora de selo próprio, dominava a escrita, a leitura e as línguas, a ver, o catalão, o português e o latim. Como senhora da Vila de Montemor-o-Velho, D. Isabel de Urgel muitas vezes rogou ao monarca ofícios para os seus vassalos, conseguindo-o, granjeando de grande poder, quer monetário, quer político.
[Infanta D. Catarina]
Autorizada a viver com sua mãe no paço real, a infanta frágil ambicionou em ser forte e determinada como a mãe. Colecionava no seu imaginário as histórias das suas ancestrais, sonhando fazer mais e melhor pelas terras de montemor. Sobre o amor que o seu pajem Álvaro Anes lhe devotou apenas pensou ser lealdade.
[Inês do Monte]
A Sonhadora aia de D. Isabel de Urgel. Inês do Monte, nascida na vetusta Vila de Tentúgal, do alto do paço real, olhando os férteis campos do Mondego sonhou muito. Sonhou em ser parteira, guerreira, viajante. Ouve falar da história de Joana D’Arc e emociona-se. Pedia que sua senhora D. Isabel lhe lesse ao serão para que deste modo o seu sonho continue.
[Pero Vasques]
O pajem troca-tintas de D. Isabel de Urgel. Não se sabe de onde veio e para onde foi. Permaneceu na sua vida o mistério. Acompanhado de um bom vinho vermelho, tinha sempre uma boa história para contar. Histórias da sua vida contadas à luz da candeia, que tanto tinham de longas como de fantásticas. De tão fantásticas que são, chega a morrer em algumas.
[Álvaro Anes]
O eterno pajem apaixonado da Infanta D. Catarina. Secreto pretendente da Infanta D. Catarina, o pobre rapaz viveu suspirando pelo seu amor pelos recantos do paço real. Eterno trovador, canta na solidão, Gil Sanches:
Tu, que ora vens de Montemaior,
tu, que ora vens de Montemaior,
digas-me mandado de mia senhor,
digas-me mandado de mia senhor;
ca se eu seu mandado
nom vir, trist'e coitado
serei; e gram pecado
fará, se me nom val;
ca em tal hora nado
foi que, mao-pecado!
amo-a endoado,
e nunca end'houvi al!
 
Tu, que ora viste os olhos seus,
tu, que ora viste os olhos seus,
digas-me mandado dela, por Deus,
digas-me mandado dela, por Deus;
ca se eu seu mandado
nom vir, trist'e coitado
serei; e gram pecado
fará, se me nom val;
ca em tal hora nado
foi que, mao-pecado!,
amo-a endoado,
e nunca end'houvi al!
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terça, 02 julho 2019 11:45

II StreetFood Literário foi um sucesso

No último dia da saborosa iniciativa que decorreu entre 28 e 30 de junho, o Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho referiu: “Este foi um evento que partiu da iniciativa da unidade de cultura da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e que vem ao encontro da estratégia que temos para continuar a colocar o concelho no mapa”.
“O StreetFood foi um sucesso. A mudança da Praça da República para o jardim municipal trouxe-lhe maior visibilidade, oferecendo uma vista privilegiada para o castelo e a possibilidade continuar a crescer a surpreender os visitantes”, reforçou.
A par das deliciosas e sempre surpreendentes propostas gastronómicas das 11 foodtrucks que proporcionaram uma volta ao mundo gastronómica, o II StreetFood Literário proporcionou espaços de animação musical, a possibilidade de partir à descoberta do centro histórico de Montemor-o-Velho, com um original roteiro que une o património à literatura, workshops de ilustração "by MoSk", um Coreto Literário, pensado para os mais pequenos, com jogos, artes plásticas, pinturas faciais e contos, assim como a presença da tenda expositiva do projeto ClimAgir, da CIM-RC, com uma exposição didática, oferta de sobreiros, com vista à promoção da floresta autóctone, oferta de brindes e sessões de exibição de vídeos alusivos às alterações climáticas.
O II StreetFood Literário foi organizado pelo Município de Montemor-o-Velho, em parceria com a associação Street Food On Tour, tendo a colaboração do Montemor Sketchers - MoSk e da CIM-RC (ClimAgir), e o apoio do Hotel Abade João.
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No dia 30 de junho, os participantes da 2ª edição do StreetFood Literário de Montemor-o-Velho tiveram mais um motivo para marcar presença no evento que celebrou o espaço público, a literatura, o património e a gastronomia. A tenda expositiva do projeto ClimAgir, da Comunidade Intermunicipal - Região de Coimbra (CIM-RC) esteve no Jardim Municipal para alertar para as questões das alterações climáticas e para as consequências que podem vir a afetar o concelho e o território da CIM-RC.
No decorrer do “Espaço ClimAgir”, programa de rádio transmitido em direto pela Rádio Regional do Centro, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, ao lembrar que “a preocupação com as alterações climáticas está presente desde o primeiro mandato”, enumerou algumas das ações que têm vindo a ser tomadas e sublinhou: “As medidas implementadas são feitas com base num estudo complexo que se encontra em desenvolvimento sobre as alterações climáticas no concelho”.
Na ocasião, Emílio Torrão revelou que “na Feira do Ano vão ser apresentados alguns dos resultados do estudo”, estando previsto o lançamento do manual de boas práticas do uso da água e referiu, a título de exemplo, que “com vista ao uso racional da água, os novos espaços verdes passaram a ter prado de sequeiro ao invés da tradicional relva”.
No decorrer da emissão de rádio que contou também com as intervenções de Armindo Valente, presidente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Montemor-o-Velho, de Rui Mota, do ClimAgir, e de Maria de São Luís Centeno, da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, o edil montemorense alertou “para possibilidade dos fenómenos atmosféricos extremos começarem a acontecer com maior frequência” e, neste sentido, o município “tem feito um investimento na área da Proteção Civil com vista a proteger pessoas e bens”.

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Inicia hoje (1 de julho) o período crítico de incêndios florestais do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, estando em vigor medidas e ações especiais de prevenção contra incêndios florestais.

Até 30 de setembro, saiba que:

  • É proibido fazer queimadas.

  • É proibido fazer queimas de matos e sobrantes florestais amontoados.

  • É proibido fazer lume ou fogueiras, exceto nos locais expressamente previstos para o efeito (parques de lazer e recreio).

  • É proibido o lançamento de balões com mecha acesa ou foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal.

  • É proibido fumigar ou desinfestar apiários, exceto se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.

  • É proibido fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais.

 

Durante o Período Crítico é OBRIGATÓRIO:

  • Que tratores, máquinas e veículos de transporte pesados, utilizados em trabalhos nos espaços rurais, estejam dotados de dispositivos de retenção de faíscas ou faúlhas e de dispositivos tapa-chamas nos tubos de escape ou chaminés;
  • Que os tratores, máquinas e veículos de transporte pesados, estejam equipados com um ou dois extintores de 6 kg cada, consoante a sua massa máxima seja inferior ou superior a 10 000kg.

 

Proteja a sua casa: 

  • Mantenha 50 metros à volta da casa sem matos.

  • Não guarde botijas de gás nos arrumos.

  • Tenha atenção à quantidade de lenha nos arrumos e a proximidade à sua habitação.

  • Limpe o telhado de folhas, ramos, pinhas ou carumas.

  • Mantenha o caminho de acesso a casa limpo e desimpedido.

 

Proteja as suas propriedades:

  • Mantenha as máquinas e os equipamentos limpos de óleos e poeiras.

  • Abasteça as máquinas a frio em local com pouca vegetação.

  • Tenha cuidado com as faíscas quando trabalha com máquinas.

 

A prevenção começa em cada um de nós.

Portugal sem fogos depende de todos.

 

Neste verão esteja vigilante e atento.

Em caso de incêndio ligue 112 (chamada gratuita).

 

 

Consulte o risco diário de incêndio no nosso concelho:

Saber...