Portugal está em alerta até segunda-feira-feira devido ao significativo agravamento do risco de incêndios rurais.
Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndios rurais, o Governo, pelos Ministros da Defesa Nacional, das Infraestruturas e Habitação, da Administração Interna, da Saúde, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, do Ambiente e Energia, da Cultura, Juventude e Desporto, e da Agricultura e Mar, declarou a situação de alerta em todo o território continental, entre as 00h00 de sexta-feira, dia 3 de julho, e as 23h59 de segunda-feira, dia 6 de julho.
Durante este período, serão aplicadas medidas excecionais de proteção e prevenção, entre as quais:
- Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem;
- Proibição da realização de queimadas e queimas de sobrantes de exploração, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas;
- Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;
- Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal;
- Proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas;
- Proibição de lançamento de balões com mecha acesa, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.
Paralelamente, será reforçado o dispositivo operacional de combate aos incêndios rurais, com destaque para:
- A elevação do grau de prontidão e resposta da GNR, PSP, Bombeiros e Forças Armadas;
- O reforço da mobilização de sapadores florestais, agentes florestais e vigilantes da natureza;
- A prontidão das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social;
- Ações de patrulhamento e fiscalização terrestre e aérea nos distritos com risco máximo de incêndio.
Apela-se a todos os munícipes para que adequem os seus comportamentos e atitudes, de modo a evitar ignições suscetíveis de originar incêndios rurais
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